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domingo, 10 de janeiro de 2010

Padre delinqüente volta a cometer infração de trânsito em SP

ESSE PADRE É DA PÁ VIRADA!!!
IMAGINA SE NÃO FOSSE UM PADRE?!?!?!?!
 
Marilena Vasconcelos

de Márcio Melânia
em 09/01/10
 
SÃO PAULO - O padre Aparecido Donizeti Bianchi se envolveu em mais um acidente São José do Rio Preto, a 451 km de São Paulo, nesta quinta-feira. Segundo o boletim de ocorrência, o padre foi autuado por dirigir com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa. Ele desrespeitou o sinal de pare e bateu em outro carro outro veículo que estava estacionado próximo ao cruzamento foi atingido.
Luiza Quirino Nithiro, que estava num dos carros, teve ferimentos leves e foi atendida na Santa Casa. Segundo a polícia e o advogado da vítima, o padre não apresentava sinais de embriaguez.
O padre Donizete perdeu a carteira de habilitação porque no ano passado se envolveu em outro acidente e a polícia encontrou várias latinhas de cerveja no carro dele. Ele teve a CNH suspensa, mas
o bispo Paulo Mendes perdoou o padre. "Eu conversei com ele, que estava tranquilo por não ser culpado. Ele diz que não estava dirigindo o carro. Estou acreditando na palavra dele e aguardando que a própria Justiça esclareça o que ocorreu", justificou o bispo na ocasião.
Em agosto do ano passado, o sacerdote foi detido pela polícia, junto com mais dois amigos, acusado de dirigir embriagado, depois de atropelar dois motociclistas e omitir socorro . O padre se recusou a fazer o teste do bafômetro e o exame de sangue.
Não foi a primeira vez que o padre se envolveu em incidentes de trânsito. Em 2006, numa fiscalização de rotina em 2006 e, além de estar embriagado, tentou subornar os policiais e dirigia na contramão. Segundo denúncia do Ministério Público, durante a abordagem, Donizeti desacatou os PMs e ofereceu dinheiro para ser liberado. À época, em depoimento, testemunhas disseram que o padre chegou a dançar uma música do grupo musical baiano "É o Tchan" e fazer gestos obscenos para os policiais. Porém, como o religioso era réu primário, a pena de prisão foi substituída pelo pagamento de R$ 500 a uma instituição de caridade, além de R$ 138,33 em multas.
No acidente com os motociclistas, o padre disse que as latas de cerveja haviam sido "plantadas" pelas vítimas. E alegou que não era ele quem dirigia na hora do acidente, mas um de seus amigos. Uma das vítimas, o autônomo André Luiz de Jesus, de 28 anos, desmentiu a versão. "Falar que não estava dirigindo o carro já é um absurdo. Eu o vi claramente. Falar que a gente colocou as cervejas no carro é pior ainda", disse Jesus, para quem o padre sequer conseguia andar direito, de tão embriagado.


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Matéria enviada pela colaboradora Marilena Vasconcelos

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