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terça-feira, 22 de junho de 2010

Saiu no Diário do Pará

Não sou muito fã de pegar matérias de outros sites e postar aqui, mas esta está com a cara do blog e é muito importante divulgar. 

Mesmo sendo o dono do jornal uma pessoa que não vai muito com a cara do atual governo, eles tem razão no que dizem.

 Cid Pacheco 

 Foto da "ladeirinha da paz" tirada por mim mesmo, uga buga. Início da trav. Tiradentes, próximo a Doca.

 Belém terá crises ainda maiores em vias públicas

Belém ainda vai enfrentar crises maiores em relação ao uso do espaço público para transportes. Isso porque, mesmo com um certo planejamento, a cidade não tem recebido os investimentos adequados e necessários para normatizar o uso das ruas e avenidas. A análise é feita pela professora da Universidade Federal do Pará Patrícia Neves Bittencourt, especialista em disciplinas como planejamento e transporte público e diretora regional da Associação Nacional de Transporte Público.
Ao avaliar o caos no trânsito em consequência da manifestação de caminhoneiros na última segunda-feira na entrada da cidade, Patrícia Neves é categórica. “A Companhia de Transportes de Belém (CTBEL) é responsável planejamento de trânsito. Ela não se planejou, não se programou, não se organizou. Não pode apenas dizer que está cumprindo uma ordem judicial. Não é o Ministério Público quem precisa ter técnicos especializados no tema. É a CTBel. Por isso, o órgão é o principal responsável por essa situação de caos”.
Belém vive hoje uma contínua situação de conflito no trânsito. Não é um ‘privilégio’ da capital paraense, mas outras cidades têm buscado soluções que ainda não chegaram por aqui. “Não se vem caminhões na avenida Paulista em São Paulo ou na avenida Atlântica, no Rio de Janeiro. O motivo é que nessas cidades foram construídos centros de distribuição, armazéns, rodoanéis, contêineres e outras soluções, principalmente na entrada das cidades. Aqui não temos isso. Os grandes supermercados, por exemplo, não possuem esses espaços”, diz o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Pará Jarbas Vasconcelos, que acompanha de perto a questão.
“Tudo isso é reflexo da falta de investimentos no setor de infraestrutura. O planejamento até existiu, vem desde o final dos anos 90, mas não foi implantado. Com isso, a cidade vai aguentando até determinado ponto. Uma hora explode”, analisa Patrícia Neves.
Quase todas as cidades trabalham com restrição de circulação de cargas, com horários específicos para operações de carga e descarga. “Mas isso precisa ser bem planejado e discutido com os principais envolvidos”, pondera a professora. (Diário do Pará).

Publicado no Diário do Pará On Line, domingo, 20/06/2010, 07h12.

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