Barra de boas vindas e data

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Patrimônio público "tomado"

Este é um típico exemplo da célebre frase: "quem pode, pode, o resto que se ph.0.da quem não pode se sacode!" É um absurdo como uma construtora que se diz responsável se acha no direito de simplesmente fazer de uma avenida seu quintal para construção de um shopping. Esta via, meus prezados, é um exemplo claro e intangível de patrimônio público pertencente à coletividade, ou seja, é de todos.

O que me deixa mais puto (na inexistência de um termo mais adequado) é que, se um cidadão comum colocar entulho na calçada (veja bem, não estou concordando com isso), no máximo em uma semana vem as Forças Armadas, Polícia Federal e o diabo a quatro fazer o cara recolher tudo.

É importante frisar que no local já houve diversos acidentes e até morte de motoqueiro porque o "senhor empreendedor" não está nem aí e tem com coisa mais importante para fazer e ganhar dinheiro é mais importante que outra qualquer, nem que custa a vida de um pai de família, ou seja, terminar logo a obra para o dindim começar a entrar. Os incomodados que se mudem, né??! O povo do Benguí que o diga.

MAS o mais impressionante é que as autoridades ficam de braços cruzados e coisa continua lá como está.

O Patrimônio Público está tomado. O que está tombado é direito comum. Colocou a placa, tá dado o recado: te vira, mané!!!

Aí vem as perguntas que não querem calar:
- Se fosse uma rua de acesso ao Green Ville Residence (exemplo clássico em nossa cidade de condomínio de luxo), eles fariam isso??? hahahah...

- Quem vai recapear a via destruída? Ela estava totalmente asfaltada antes dessa invasão.

Nota do autor: Não somos contrários à construção do Park Shopping, muito pelo contrário, sabemos dos benefícios que uma obra dessa natureza traz a locais afastados do centro. Isto é um desabafo perante o abuso de poucos em detrimento de muitos e à incapacidade dos órgãos fiscalizadores em tomar atitudes idôneas perante a gritante situação.

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Local do Jaderlândia de luxo: entrada do Benguí.

Teste do respeito à faixa de pedestres

O Mais Você desta sexta, 24 de fevereiro, abordou um assunto muito importante e, muitas vezes, esquecido no trânsito brasileiro: o respeito à faixa de pedestres.



“Nessa correria do dia a dia, o motorista e o pedestre acabam esquecendo de olhar para esse sinal de trânsito que fica lá desenhado no chão”, ressaltou Ana Maria Braga ao anunciar o tema. “A faixa tá ali para ser respeitada”, alertou ela.

“Infelizmente, os números são altos. Só no estado do rio, pra você ter uma ideia, o corpo de bombeiros atendeu quase onze mil vítimas de atropelamento no ano passado. Sabe quantas pessoas foram atropeladas por dia no estado? Vinte e oito”, completou a apresentadora.

Pensando nesse assunto, o programa resolveu fazer um teste e ver se o motorista respeita o pedestre que pisa na faixa pra atravessar a rua. “A gente se perguntou: ‘Será que é possível esperar esse tipo de gentileza no trânsito?’”, destacou Ana.

O Código Nacional de Trânsito diz que o pedestre tem sempre a preferência quando estiver atravessando a rua. No semáforo, ele deve esperar até que o sinal feche para os carros. Onde existe apenas a faixa, o motorista é obrigado a parar. O programa foi até o Rio de Janeiro, Cuiabá, Mato Grosso, Maceió e Alagoas.

Em reportagem, Jaqueline Silva comprovou o desrespeito dos motoristas nestes locais. Raramente alguém para e prioriza o pedestre. Na Barra da Tijuca, nem o carro de instituições públicas do Rio pararam. Em Cuiabá, a reação foi a mesma: a faixa de pedestre é invisível para quem dirige. Em Maceió, o desrespeito se repetiu. E assim sucessivamente.

“É tudo uma questão de civilidade e educação, comece em casa! Nós já fomos um país subdesenvolvido e hoje estamos sendo visto pelos outros como um país em desenvolvimento”, observou Ana Maria.

O que diz a Lei?

Para o motorista que não respeita o pedestre na faixa, a multa é de R$ 191,54 e há perda de 7 pontos na carteira. Os pedestres também sofrem penalidade se atravessarem fora da faixa. A Lei existe desde 1966. A multa é de R$ 26,60. Até hoje a lei não saiu do papel porque o Departamento Nacional de Trânsito não a regulamentou.

Fonte: Mais Você da Rede Globo

Comentário:
Bem... nessa matéria podemos ver claramente que esse não é um problema apenas de Belém ou do Pará. É uma falta de respeito que acontece no Brasil inteiro. Então podemos concluir, que se trata de uma questão extremamente cultural e educacional da sociedade brasileira.
Como mudar isso? Depende de você pedestre e/ou motorista.
Lembrem-se: Gentileza gera gentileza.




terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Mais uma de taxista

Cara... parece até perseguição, mas juro que não é. Juro!
Lá estava eu andando pela rua, quando de repente... eis que me deparo com essa cena.

O taxista lá parado... como se não tivesse mais ninguém no mundo além dele. Ou ele achava que era invisível?
O camarada aí pode até tentar se justificar: "Mas eu só tava esperando um passageiro".
Tá! Beleza! Mas tinha que ser aí? Custava subir ali para o calçadão da praça de alimentação para não atrapalhar o trânsito?
Ainda deixa o pisca alerta ligado... hehe. Parece até piada.

Local da "manezisse": Av. Assis de Vasconcelos com Rua Henrique Gurjão.

Se quiser ampliar e ver a sacanagem mais de perto, é só clicar na imagem.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Ponto de Moto-Táxi oportuno

Como se já não bastassem os taxistas parindo seus pontos em oportunos lugares na cidade, vêm os mototaxistas fazendo a sua parte para bagunçar, deixando a sofrida Belém com mais ainda cara de cidade do interior.

Sempre em frente no Shopping Pátio Belém tem uma presepada no trânsito esperando um fotógrafo...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Essa foi boa!

Infelizmente eu não pensei em fazer um vídeo, só tirei a foto no segundo momento da festa. Seria cômico.
No primeiro momento, o guardolinha, que se encontra na calçada, perto do Peugeot prata, se encontrava na minha frente, autuando um Siena, o "motora" da mesma estava lanchando ao meu lado quando percebeu a situação, largou tudo, correu, ligou o carro e "rasgou" sem ao menos olhar para os lados. O mesmo guardolinha, atravessou a avenida e sacou o caderninho com a canetinha para multar uma Weekend que também se encontrava irregular. Multou e levou a mesma. Pela primeira vez, parabéns para o guardollinha!!!

Local da comédia: 9 de Janeiro com José Malcher

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Lá vem o "bondi", mãos pro alto... Iiih passou.

Sábado, 18/02/2012, 05h48

Em Belém, usuário de ônibus pena...

Assim que o ônibus é avistado, os braços começam a sacudir insistentemente. A preocupação em perder a condução que passa pela parada de ônibus pela faixa de trás leva os passageiros para o meio da pista. Mas nada resolve. O olhar de quem fica na parada segue distante na direção do ônibus como se não acreditasse. “Ainda tenho que arrumar as minhas malas que vou viajar daqui a pouco!”

O desabafo é da estudante Amanda Melo. Anteontem, um dia após a rejeição pela Câmara Municipal de Belém (CMB) do projeto de lei que previa o pagamento de multa pelos ônibus que ‘queimassem’ paradas, ela vivenciou a infração de um motorista que se recusou a parar. “Eu me sinto muito frustrada quando isso acontece. Eu estou atrasada, ele não parou, e agora eu vou ter que esperar trinta minutos pelo próximo ônibus.”

Passados 15 minutos, na mesma parada, na avenida Boulevard Castilhos França, em frente ao Ver-o-Peso, Kelly Gomes leva as mãos à cabeça por causa do ônibus que não atendeu ao seu chamado. “Viu que ele (motorista) nem olhou?”

Com a mãe idosa, Kelly demonstrava indignação pela precariedade na prestação do serviço. “Isso é uma falta de respeito... eles não param, principalmente quando tem um idoso. Tinha mesmo é que multar esse pessoal”. A pressa para pegar o próximo ônibus que apareceu em seguida impediu que a idosa expressasse a sensação de ser deixada para trás pelo serviço de transporte público. “Tô com pressa, não posso perder mais esse (ônibus)”.

E a pressa é companhia de grande parte dos usuários do transporte público na capital paraense. Na iminência da chegada do ônibus aguardado, a calmaria da espera se transforma em agonia. Competindo com os carros, homens e mulheres vão até os ônibus no meio da pista. “Aqui é bem difícil, eles passam por trás e, pra não perder o ônibus, tem que ir lá no meio”, diz a aposentada Fátima Ribeiro, que também é portadora de necessidades especiais. “Tem vezes que nem assim eles param. Eles passam por trás, a gente faz sinal, bate no lado do ônibus e eles não param”.

Ex-rodoviário desde o ano de 1982, hoje o aposentado José Carvalho sofre com a indiferença de alguns motoristas que passam por ele, sem parar. Aos 80 anos, ele já perdeu as contas de quantas vezes fez sinal para o transporte e não foi atendido. “Eles são danados pra fazer isso aqui. Passam direto e nem querem saber”, afirma ele que, apesar de conviver com o problema diariamente, não teve conhecimento da votação do projeto que previa o pagamento de multa para esse tipo de prática. “Eu vou anotar esses negócios num papel e vou levar lá na CTBel (Companhia de Transportes do Município de Belém), mas multa não ia resolver mesmo. Tem é que botar ônibus que rode bacana com a gente e não os que deixam a gente na rua”.

Para o aposentado, os problemas enfrentados hoje pelos motoristas de ônibus no trânsito são diferentes, o que facilitaria a infração por parte dos condutores do transporte coletivo. “Na nossa época não tinha essa de queimar parada, mas também não tinha essas vans que não deixam o pessoal parar”.

A parada dos alternativos no mesmo local estipulado para a parada dos ônibus é destacada como um dos principais problemas também pelos motoristas que os conduzem. Há dois anos e meio na profissão, o rodoviário Cristiano Ferreira se diz prejudicado com as vans que passam muito tempo nas paradas. “Como eles não têm horário pra cumprir, ficam parados aí até o cobrador convencer o passageiro a entrar”, destaca. “Quase todas as paradas da avenida Augusto Montenegro têm essas vans que atrapalham muito”.

Além desse problema, o tempo estipulado para que os motoristas façam o percurso da linha também é lembrado pelo motorista. “A gente tem hora pra cumprir. Tenho que fazer Outeiro/São Brás em 2h20”. O motorista Raivlan Moraes também destaca a questão do horário: “Como parar com essas kombis? O tempo é curto e elas ficam no caminho um tempão. Preciso ir, estou atrasado”.

(Diário do Pará)

Comentário:
Quem nunca sofreu uma situação dessas que atire o monitor... hehe.
Infelizmente a falta de educação e de respeito ainda reina na categoria dos "motoras de bondi". E muitas das vezes nem reciclagem adianta, pois isso depende do caráter do cara. É como diz o velho ditado "pau que nasce torto nunca se endireita"... até que prove o contrário.

Bem... a imagem no topo da matéria não é de Belém, mas a agonia e o desespero não são diferentes.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Hoje é terça-feira...

... E certamente não é de noite. Note que tem outro caminhão na frente do Brilhante. Me até vontade de tomar uma Coca-Cola bem gelada...
Precisa comentar mais alguma coisa?

Rua Gama Abreu, em frente à igreja da Trindade.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O motorista paraense

Mais um exemplo dentre inúmeros do quanto o motorista paraense é mal educado ou não tem nenhuma noção básica de sinalizações de trânsito. Curtam esses cinco carros fazendo cagada bobagens no sinal fechado.

Créditos da foto: Laís Paiva

Jogo dos 5 erros

Encontrei 5 erros, quero ver quem consegue descobrir

Ação Metrópole Marituba-Belém

Em menos de três anos, a viagem de Marituba (município da Região Metropolitana) ao centro de Belém deverá durar apenas 30 minutos, mesmo nos horários de pico, graças ao projeto Ação Metrópole, que prevê a realização de obras para instalação de um sistema de transporte metropolitano utilizando o BRT (sigla em inglês de Bus Rapid Transit), um ônibus rápido, com capacidade para 200 passageiros, que transitará em uma via exclusiva.

O projeto de construção de um corredor viário restrito ao transporte de passageiros, que vai da Rodovia BR-316, próximo à Alça Viária, até o Ver-o-Peso, no centro da capital, ganhou impulso na quinta-feira (09), após a assinatura da minuta de contrato de um empréstimo internacional, no valor de R$ 320 milhões, para o governo do Pará. O recurso será assegurado pela Agência de Cooperação Técnica e Financeira Internacional do Japão (Jica), instituição de suporte técnico e prestação de crédito do governo japonês, com o aval do governo federal. Os outros R$ 166 milhões que completam o valor total do projeto - R$ 486 milhões -, sairão do Tesouro estadual.

Após meses de reuniões e quatro dias seguidos de negociações em Brasília (DF), nesta semana, a minuta de contrato definindo o acordo técnico, jurídico e financeiro foi assinado por todos os envolvidos na gestão do projeto, e já foi entregue ao diretor geral do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano, Cesar Meira. “A minuta de contrato confirma que as partes envolvidas estão de acordo em todas as negociações propostas. Agora, o acordo seguirá para análise do Ministério da Fazenda e passará pela aprovação do Senado, para então ser transformado em um contrato final, que deverá ser assinado no fim de março, pelo governador do Estado, Simão Jatene, no Japão. Somos o segundo projeto brasileiro a receber recursos da Jica. É uma grande conquista”, ressaltou Cesar Meira.

Soluções - O "Ação Metrópole" foi criado há quase 21 anos, visando o planejamento de soluções para o trânsito de Belém ao longo desses anos. Desde o início, assessoria técnica do projeto é realizada pela Jica. A primeira etapa constituiu o prolongamento da Avenida Independência e na implantação do elevado na Avenida Júlio César, para criar uma nova via de acesso a capital. A segunda etapa é formada pelo corredor alimentador, que diminuirá o tempo de viagem na Região Metropolitana.

Em 2006, o estudo foi reavaliado e ajustado, e está pronto para execução. Os municípios da Região Metropolitana de Belém aprovaram o projeto, com exceção da Prefeitura Municipal de Belém, que possui um plano de transporte municipal que vai da Rodovia Augusto Montenegro ao bairro de São Braz, também utilizando os ônibus BRT. Os projetos municipal e estadual se sobrepõe na faixa da Almirante Barroso, e a divergência entre os executores pode prejudicar a implantação da solução do transporte que beneficiará todos os municípios da RMB.

Mas o governo do Estado já iniciou as negociações com a Prefeitura, acreditando que o bom senso prevalecerá, já que o "Ação Metrópole" abrange toda a Região Metropolitana, e não apenas a capital.

Ampliação - Além de implantar um sistema de ônibus de alta capacidade, com serviço rápido e de qualidade, está prevista no "Ação Metrópole" a ampliação da Avenida João Paulo II até a Rodovia Mário Covas, obra que deverá ser concluída no fim de 2013. Apesar de não fazerem parte do "Ação Metrópole", outras intervenções urbanas estão previstas para completar o projeto. Uma delas é o prolongamento da Avenida Independência até a Alça Viária. A Avenida Júlio César ganhará mais uma faixa de carros, no trecho entre os dois elevados, resolvendo o congestionamento no local nos horários de grande movimento. O Terminal Rodoviário de Belém também deverá ser transferido para a entrada da Região Metropolitana, retirando os ônibus interestaduais das ruas da capital.

As modificações previstas terão um impacto positivo tanto no trânsito quanto no meio ambiente. A Jica realizou um pré estudo, simulando o funcionamento do novo sistema de tranporte, e constatou a diminuição significativa da emissão de gases poluentes na atmosfera. Segundo Cesar Meira, em função da redução de poluentes, existe a possibilidade de inscrever o projeto no Protocolo de Kyoto. “Nada melhor do que um projeto no coração da Amazônia com uma contribuição efetiva para a diminuição da poluição no planeta”, ressaltou.

Fonte: Agência Pará

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Coletivo de Gente: Caçamba! I'm here again...

Quando pensei não veria novamente a presepada, eis que surge à minha frente...

E olha que esta vez fiz um caminho diferente para o trabalho... Ou seja, estão por toda cidade.

Coletivo de Gente: Caçamba! - returns

Dia 11 de janeiro postei "Coletivo de Gente: Caçamba!" e estou vendo que a Prefeitura está mesmo economizando com o transporte dos funcionários. Ontem pela manhã flagrei mais um caminhão transportando alegres e saltitantes trabalhadores "pau-de-arara", sem direito a um serviço de bordo... só o vento soprando na cara mesmo para aliviar o sentimento de insegurança e falta de respeito com os trabalhadors e as leis de trânsito.
Veja que, além da galera "trepada" na bichona, a caminhão é tão velho que nem placa possui...

Nota: Mais à frente, logo depois desta foto, passou uma viatura da CTBEl (um Palio marrom-cocô | veja bem: marrom-cocô me refiro à cor do carro!) por nós e nem tomou conhecimento do assunto. Pena que não deu para sacar o celular novamente.

Olha, sei que estive errado também por fotografar dirigindo, mas perco a CNH mas não perco a piada matéria... hehehe.

Em homenagem à alegre galera do caçambão (clone móvel da galera da laje), aí vai um clássico que fez muito sucesso com o cantor Fagner na década de 1980.

Abraços.

Trânsito Caótico de Belém

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Moto vs Carro

Mais um exemplo de que as pessoas não prestam atenção por onde andam e nem respeitam os demais motoristas em nossa cidade. Principalmente em certos cruzamentos, com o deste acidente: Tiradentes com Benjamin Constant.

Você deve estar se perguntando: mas onde está o motorista da moto??? Respondo: do outro lado do carro, tomando banho de sol. Ah, antes que eu esqueça: ele estava bem, viu?

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Simplesmente... Táxi!

Juro que não vou fazer nenhum cometário! Juro!!!

Av. Assis de Vasconcelos, cruzamento com a Trav. Tiradentes. Phoda-se Pisca ligado.