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sexta-feira, 30 de março de 2012

Drive 2: De Pernas Pro Ar!

Começaram esta manhã, na Av. Doca de Souza Franco, as filmagens do segundo filme da série Drive, protagonazado pelo ator Ryan Gosling. No primeiro filme, Gosling interpreta um piloto profissional que trabalha em cenas de perseguição de carros em Hollywood. Dirigido pelo ótimo Nicolas Winding Refn, o mesmo diretor do primeiro filme, Drive 2 deve entrar em cartaz no segundo semestre de 2013.

Clique aqui e veja notas e o trailer da primeira película. Caso esteja inquieto e queira ter um gostinho do filme, dê uma passadinha na Doca à noite, embora o resto da cidade também seja uma verdadeira aventura "hollywodiana" para se dirigir.

Há também participações especiais de Dudu, fazendo o papel de prefeito de uma cidade onde ninguém respeita as leis de trânsito e trilha sonora é assinada por ninguém mais que Pinduca, com uma nova versão personalizada de Alô, Alô, Alô, Papai,  Alô Mamãe, pode soltar foguetes que eu comprei minha habilitação...

Abaixo fotos das filmagens realizadas esta manhã, inclusive com uma equipe de reportagem da Rede Record fazendo a cobertura:

 Cena de ação em plena Capital Paraense. Semáforos apagados teriam provocado o acidente, segundo o roteirista Hossein Amini.

A tv Record estava presente gravando um documentário o sobre a sequência de Drive.

Claro que tudo não passa de uma brincadeira bem humorada de mais uma situação dramática do nosso cotidiano. Vamos deixar parte séria para a Imprensa.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Novos binários em Belém

Binários devem melhorar trânsito em Belém

Belém terá cinco novos binários até o final do ano. Dois deles, previstos para começar a funcionar ainda nesse semestre, prometem melhorar a fluidez no trânsito no bairro da Pedreira e no cruzamento entre a Avenida Pedro Álvares Cabral e a Rodovia Arthur Bernardes. De acordo com a Companhia de Transportes de Belém (CTBel), os projetos dos binários Pedro Álvares Cabral/Municipalidade e Antonio Everdosa/Rua Nova já foram entregues à Secretaria Municipal de Saneamento (Sesan), que é quem deve as obras físicas necessárias para as mudanças no trânsito.

'Apesar de mexerem bastante com o funcionamento do transito na cidade, essas são obras simples, que devem ser concluídas em pouco tempo para que a CTBel possa entrar com a parte de sinalização', informou o diretor de trânsito, Elias Jardim. Além desses dois binários, a CTBel acredita que, até o final deste ano, estarão implantados também os binários das travessas 9 de Janeiro/Alcindo Cacela, São Pedro/São Francisco e Chaco/Humaitá.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saneamento (Sesan) informou ontem que começa hoje as obras para o binário da São Pedro/São Francisco. Os trabalhos, segundo a nota, iniciam pelo teste de carga das vias. Já as obras do binário da Pedro Álvares Cabral com Municipalidade se iniciam também hoje, mas à noite, para minimizar os transtornos causados pelas obra. As obras dos demais binários: Rua Nova com Antônio Everdosa, Chaco com Humaitá e Alcindo Cacela com 9 de Janeiro ainda passam por pequenos ajustes para começarem a ser executadas ainda este semestre.

'Nós entendemos que essas mudanças representam boas alternativas para o trânsito. Até agora, em todas as áreas onde foram implantados binários tivemos como resposta uma redução dos engarrafamentos e do número de acidentes', argumenta Jardim. Os projetos mais recentes são os binários das travessas Mariz e Barros/Mauriti, implantados no ano passado, e o das avenidas Pedro Álvares Cabral/Senador Lemos, de 2008. Outros binários mais antigos são os das travessas Guerra Passos/Teófilo Conduru, em Canudos, e das ruas Pariquis/Caripunas.

Fonte: ORM O Liberal

Será que agora vai?

terça-feira, 27 de março de 2012

Outra rodovia em pleno abandono

Moradores da rodovia do Tapanã, localizada no bairro homônimo, no Distrito de Icoaraci, próximo à Rodovia Arthur Bernardes, reclamam dos diversos problemas que sofrem causados pelo abandono do lugar. Dentre as dificuldades listadas pela população, buracos, falta de sinalização, ausência de ciclovia, acidentes, alagamentos e saneamento.

O viligante Vander Gusmão, 52 anos, morador do Conjunto Araguaia, afirma que quando chove muito a rodovia vira um lago, no perímetro do final da linha do ônibus Tapanã-Felipe Patroni. 'Tiveram momentos que eu tive que carregar a minha mulher quando ela ia trabalhar, porque a rodovia estava totalmente cheia por uma água suja e fedorenta'. Segundo Vander, ele e sua família saem de casa com chinelos, secam os pés e calçam os sapatos somente nos ônibus para que não se sujem. Ele diz ainda que a prefeitura colocou placas de revitalização no local mas só fez tapar buracos.

A rodovia do Tapanã tem um tráfego intenso de veículos pesados como ônibus e carretas e, muitas vezes, é palco de acidentes que congestionam totalmente a via, que possui duas mãos de trânsito. Os acidentes são causados pelos buracos, alagamentos e falta de sinalização da local. O comerciante José Casemiro da Silva, 58 anos, disse que as calçadas estão todas quebradas devido ao estacionamento de veículos pesados. Ele ajuizou ação na Justiça, na 8ª Vara do Juizado Especial Civil, para impedir que os ônibus estacionassem em frente ao seu supermercado, ganhando na primeira instância. No entanto, a empresa recorreu e a ação irá para a segunda instância. Ele reclama da falta de ação do poder público na área. 'A prefeitura nunca vem aqui, a rodovia vive alagando e cheia de buracos. Eles aparecem nas épocas de eleição, a outra coisa que sabem fazer é cobrar o IPTU, não paga para você ver?!', afirmou o comerciante.

Em reposta, a Secretaria Municipal de Saneamento de Belém (Sesan) informou que irá enviar, até amanhã, uma equipe técnica à rodovia do Tapanã. Eles verificarão os problemas que ocasionam os constantes alagamentos. A Secretaria informou ainda que ações emergenciais serão feitas na área.

Fonte: ORM / O Liberal

Comentário:
Mais uma vez damos pauta à mais uma via abandonada.
Quero saber o que os responsáveis pelo poder público belenense tem na cabeça. Só pode ser 'titica' de galinha, cara. Não é possível uma coisa dessas.
Pra onde está indo a arrecadação do IPVA? Da indústria de multas de Belém? Para as minhas cuecas e meias é que não é.

domingo, 25 de março de 2012

Êeee "profiiiçaa"...

Juro que não é perseguição... Juro! Mas o que vou fazer ao me deparar com uma cena "linda" dessa?
O sinal estava vermelho quando vi o pisca alerta do taxista indicando uma conversão à esquerda. Huummm? À esquerda!? Aahh... não perdoei, e saquei o celular. E tá aí mais uma "obra prima" de um "grande" artista belenense.


E antes que venha algum idiota com frescura pro meu lado... vou logo avisando que eu estava no carona quando tirei essa foto.

Local do 'vernissage': Marquês de Herval.

@tonyferns13

sexta-feira, 23 de março de 2012

Novo sensor de ré

Essa não é de Belém, mas não custa sorrir um pouco com essa loucura. Esse lançamento mundial que o blog Trânsito Caótico de Belém, tem o prazer de apresentar, é o novo sensor de ré, desenvolvido pela NASA, e têm várias opções de alerta, basta apertar atrás do dispositivo. É só engatar a ré, que o cãozinho dá conta do recado.

Créditos: Eu achei no Google

quinta-feira, 22 de março de 2012

João Paulo II a beira da "Mortenegra"

Olá meus amigos leitores.

Acho que vocês lembram que eu comentei em outro post sobre a Rod. (ou Av.) Ausgusto 'Mortenegra' que eu iria frisar um pouco sobre a falta de sinalização e segurança da Av. 1º de Dezembro (João paulo II).
É claro que a situação não está pior, mas também merece a atenção do poder público para que não fique tão avacalhada quanto a Augusto.

A situação é quase a mesma. Em vários perímetros não há mais faixas guias para os carros pintadas no chão, algumas faixas de pedestres já estão apagadas, e algumas placas de sinalização não há mais.

Afinal das contas, se a CTBel e/ou Detran querem que os motoristas a utilizem para desafogar a Av. Almirante Barroso, então pelo menos dêem condições decentes para isso.

E pelo amor de Deus, poder público... não deixem a João Paulo II cair no esquecimento como fizeram com a "Mortenegra".

Pra que serve o IPVA mesmo?

@tonyferns13

terça-feira, 20 de março de 2012

Cadê o dinheiro do trânsito?

A pergunta que não quer calar!!! 

Segue e-mail e comentário da dr.ª Marilena: indignada tanto quanto nós.

FINALMENTE, ALGUÉM LANÇOU ESSA PERGUNTA NO AR !!!!!!!!!!!!!!!!!!NEM ACREDITO !!!! ISSO SÓ DO DPVAT, SEM CONTAR COM OS $$$$$$$$$$$$$$$$$$ DAS MULTAS !!! EM QUE CUECAS ANDARÃO???
Marilena Vasconcelos 

Matéria publicada originalmente no site Vrum.com.br.

DPVAT »

Cadê o dinheiro do trânsito?

Em 10 anos, Denatran aplicou só um terço da quantia que deveria ser usada em campanhas de educação. Segundo o TCU, a omissão pode ter contribuído para o aumento de acidentes


Paula Carolina - Estado de Minas
Publicação: 11/02/2012 17:23 Atualização: 13/02/2012 19:16

Dos bilhões de reais arrecadados todos os anos com o pagamento do Seguro de Danos Pessoais por Veículos Automotores de Via Terrestre, ou por suas cargas, a pessoas transportadas ou não (Seguro Dpvat), 5% são destinados, por lei, ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que deve aplicar os recursos em campanhas de prevenção de acidentes de trânsito. No entanto, o orçamento anual do próprio Denatran – autarquia vinculada ao Ministério das Cidades – mostra que grande parte desse dinheiro não é usada. A discrepância entre o valor destinado ao órgão e o efetivamente executado em campanhas de trânsito é outro alvo de investigação do Tribunal de Contas da União (TCU). No fim do ano passado, o TCU divulgou relatório apontando supostas irregularidades na composição do preço do seguro obrigatório Dpvat, pago todos os anos pelos proprietários de veículos, assim como na administração da Seguradora Líder, responsável pela arrecadação do dinheiro e pagamento das indenizações às vítimas de trânsito, motivo para o qual o seguro obrigatório foi criado (tema abordado pelo caderno Vrum nas reportagens de 28 de janeiro e da quarta-feira última).

Desde 2000 até 2010, o próprio Denatran justifica ter arrecadado R$ 1,643 bilhão. Mas pouco mais de um terço dessa quantia – R$ 562,74 milhões –foi de fato usada em campanhas de educação. Tradicionalmente, a justificativa do Denatran é de que o dinheiro ficava limitado; mas o próprio balanço do órgão mostra que no mesmo período de 10 anos, “apenas” 18% dos recursos (ou R$ 296,33 milhões) foram restritos, aliás, em alguns anos, como os de 2000, 2004 e 2007, sequer houve limitação. Em 2007, inclusive, chama a atenção a discrepância entre o valor arrecadado de R$ 207,73 milhões contra a aplicação de apenas cerca de R$ 170 mil (ver arte).


No total do período, os orçamentos não explicam o destino de R$ 784,25 milhões.

APURAÇÃO Exposto em um minucioso relatório de 20 páginas, o levantamento do TCU trata da composição do seguro obrigatório, desde a sua origem em 1974, relatando as mudanças e alterações ocorridas desde então. Entre elas, a determinação, pela Lei 9.503/1997 (Código de Trânsito Brasileiro), de destinação ao Denatran de 5% dos recursos arrecadados com o Dpvat. O que foi explicitado no Decreto 2.867/1998, que definiu a repartição do dinheiro proveniente do seguro, sendo 45% para o Fundo Nacional de Saúde e 5% do “valor bruto recolhido do segurado ao Denatran, por meio de crédito direto à conta única do Tesouto Nacional, para aplicação exclusiva em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito”.

Para o TCU, “o descumprimento por parte do Denatran, em especial nos últimos exercícios, do que estabelece a lei, é muito preocupante. Ao não aplicar exclusivamente em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito os 5% dos recursos do Seguro Dpvat destinados à autarquia, a omissão do Denatran pode ter contribuído, ainda que de forma indireta, para o grande número de mortes no trânsito”. Tendo isso em vista, o acórdão do TCU estabelece prazo de 60 dias (a partir de 15 de dezembro de 2011) para que o Denatran “adote medidas necessárias para o exato cumprimento do que estabelece a lei, informando-as ao Tribunal”; faz um alerta de que o descumprimento da decisão, sem causa justificada, pode implicar em multa; e ainda determina à 6ª Secretaria de Controle Externo do próprio TCU, que monitore o cumprimento da decisão por parte do Denatran.

À reportagem, o Denatran informou que está elaborando documento de manifestação acerca das determinações para ser enviado ao TCU, antes do vencimento do prazo legal.

DIVERGENTES Chama a atenção, ainda, o fato de que o valor apontado pelo próprio Denatran, como total arrecadado, não bate com os dados levantados pelo TCU nem tampouco com o divulgado pela Seguradora Líder (de todo o montante arrecadado, 5% deve ser destinado ao Denatran), entre os anos de 2005 e 2010 (ver arte). Enquanto nos últimos dois anos, a diferença de prestação de contas é relativamente pequena; em 2005 e 2006, por exemplo, a diferença entre o maior e o menor valor declarado pelos três órgãos chega a 16% e, curiosamente, é mais alto o informado pelo próprio Denatran.

RECEITA DO DPVAT ENTRE 2000 E 2010
R$ 1,643 bilhão
foi o arrecadado pelo Denatran

R$ 562,74
milhões foram empregados em campanhas educativas

R$ 1,080
bilhão foi o que sobrou...

Memória
Em 2008 Denatran assumia dificuldades em aplicar recursos

A apuração do Tribunal de Contas da União (TCU) foi motivada por denúncia do deputado Délio Malheiros (PV-MG) que, desde 1997, vem investigando abusos em relação à arrecadação do seguro obrigatório. Em 2008, depois de encaminhar ofício ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), questionando acerca da aplicação dos 5% dos recursos destinados ao órgão, Malheiros já havia recebido resposta do então diretor Alfredo Peres da Silva, que naquela época já admitia a discrepância entre arrecadação e execução de campanhas (o documenta cita como exemplos os anos de 2006 e 2007, quando foram executados R$ 2,56 milhões frente a uma arrecadação de R$ 366,69 milhões), justificando da seguinte forma: “A utilização dos 5% do montante arrecadado do Seguro Dpvat destinado ao Denatran depende do referencial monetário disponibilizado anualmente pela Secretaria de Orçamento Federal (SOF). Este referencial é repassado ao Ministério das Cidades que, por sua vez, distribui os valores, de acordo com suas prioridades, para as diversas unidades, dentre as quais o Denatran, para que elaborem o projeto de lei orçamentária. A aprovação do orçamento não garante, todavia, que os recursos possam ser gastos em sua totalidade. O Decreto de Programação Financeira, previsto no artigo 8º da Lei 101, de 4/5/2001, determina os limites orçamentários e financeiros que poderão ser utilizados pelos órgãos”.

Vejam a resposta do especialista em Direito de Trânsito, com vários livros publicados e que, inclusive muito citei em meu TCC sobre trânsito, no CESUPA. 
Marilena Vasconcelos  

 De: fariadias < email alterado por segurança >
Assunto: Re: Cadê o dinheiro do trânsito?
Para: "marilena vasconcelos"
Data: Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012, 11:10

Prezada Marilena, bom dia!
Para conhecimento, e em complemento ao exposto em sua msg, segue, abaixo, a Questão 11.2, extraída do Manual Faria de Trânsito, 13ª edição, 2011.
Forte abraço!
Faria
"Q-11.2 - Como deve ser aplicada a receita arrecadada com a cobrança de multas de trânsito?
Deve ser aplicada exclusivamente em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito, conforme prevê o art. 320 do CTB.
De acordo com o parágrafo único do referido dispositivo legal, o percentual de 5% do valor arrecadado deve ser depositado, mensalmente, na conta do Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito - FUNSET, que passou a custear as despesas do DENATRAN relativas à operacionalização da segurança e educação de Trânsito, por força do que dispõe o art. 4º da LF n. 9.602/98.
Apesar disso, vejamos o que consta na ementa e no voto abaixo reproduzidos, referentes ao Agravo Regimental na SUSPENSÃO DE LIMINAR E DE SENTENÇA n. 1.120 – SP (2009/0183545-7), interposto pelo Minist ério Público Federal contra decisão de suspensão de sentença proferida nos autos da Ação Civil Pública n. 2005.61.11.003868-9, da 1ª Vara Federal da 11ª Subseção Judiciária de Marília - SP:
EMENTA. AGRAVO REGIMENTAL. SUSPENSÃO DE LIMINAR E DE SENTENÇA. REPASSE DE VERBA. FUNDO NACIONAL DE SEGURANÇA E EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO. BLOQUEIO DE DESPESAS. CONTINGENCIAMENTO PELA UNIÃO. PEDIDO DE SUSPENSÃO DEFERIDO. DECISÃO MANTIDA. – A determinação judicial para que a União repasse imediatamente ao Fundo Nacional de Segurança e Educação no Trânsito receita decorrente reserva de contingência para superávit primário, em valor que ultrapassa R$ 1 bilhão, tem grave potencial lesivo à economia pública. Agravo regimental improvido.
VOTO. O EXMO. SR. MINISTRO CESAR ASFOR ROCHA (Relator): O Juiz Federal da 1ª Vara de Marília, 11ª Subseção Judiciária de São Paulo, julgou procedente a Ação Civil Pública n. 2005.61.11.0038 68-9, proposta pelo Ministério Público Federal, para condenar a União "a repassar ao FUNDO NACIONAL DE SEGURANÇA E EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO e ao COORDENADOR DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO, em um prazo máximo de 30 (trinta) dias a contar do respectivo recebimento, todas as importâncias arrecadadas de recursos nominados nos artigos 78 e 320 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei n. 9.503, de 23 de setembro de 1.997) e artigo 6º da Lei n. 9.602, de 21 de janeiro de 1.998; assim como a repassar, atualizado monetariamente, o saldo total de recursos da mesma natureza que reteve antes da propositura ou durante o processamento desta ação, conforme apuração em liquidação da sentença; bem como aplicar efetivamente os referidos recursos em programas de prevenção de acidentes e projetos de educação e segurança no trânsito" (fl. 88). Os recursos previstos nos arts. 78 e 320 do Código de Trânsito, esclareço, dizem respeito a "10% (dez por cento) do total dos valor es arrecadados destinados à Previdência Social, do Prêmio do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre – DPVAT", e à "receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito". No caso em debate, segundo a União, o valor acumulado em decorrência da reserva de contigência "totaliza hoje, aproximadamente, R$1,65 bilhão, além da transferência dos recursos dos anos a partir da sentença" (fl. 26). Sem dúvida, os valores são muito altos, podendo, sim, afetar negativamente o superavit primário, definido como o resultado positivo das contas públicas, apurado na diferença entre as receitas e as despesas do governo, excluídos os encargos (juros) da dívida pública. Os recursos obtidos com o superavit primário, por outro lado, são utilizados para o pagamento dos juros da dívida pública e da própria dívida quando possível, viabilizando maiores investimentos pelo Estado. Essa o peração é essencial, portanto, para a economia pública, sobretudo neste momento conturbado do mercado financeiro mundial, em que os investimentos revelam-se tímidos. Seguindo essa linha de raciocínio, com toda a certeza, o controle da economia na atualidade será positivo para o futuro da saúde e da segurança públicas e para os demais investimentos sociais e em infraestrutura, devendo-se preservar, com responsabilidade e diante do contexto econômico vigente, a possibilidade de bloqueio de determinadas despesas, e em determinados valores, pela União com o propósito de evitar danos futuros à economia, à saúde pública, às políticas sociais, ao crescimento e ao desenvolvimento do País. Ademais, as campanhas de educação no trânsito não estão suspensas. Mesmo em volume inferior ao que se poderia eventualmente dispor, os gastos com propagandas educativas em jornais, televisões e placas nas ruas continuam, além da fiscalização efetuada diretamente pelos a gentes públicos. Por último, a União bem lembrou em sua inicial que não haverá prejuízo irreparável ao "DENATRAN, destinatário legal dos recursos, pois o contingenciamento não desfaz a vinculação da receita para o órgão, podendo, no futuro, ser utilizada nos projetos definidos na lei" (fl. 4). A propósito, sobre o tema, o parágrafo único do art. 8º da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC n. 101, de 4.5.2000) é claro ao impor que "os recursos legalmente vinculados a finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação, ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso". Ante o exposto, nego provimento ao agravo regimental.
Em que pesem os argumentos apresentados pelo nobre relator, na decisão supra, o fato é que, como bem disse o Ministério Público Federal em sua réplica (disponível em: http://www.prsp.mpf.gov.br/prmmarilia/atuacao/acp/benspubl/repl_funset2.pdf  ), “os recursos do FUNSET e do DPVAT estão sendo contingenciados pela União, que não os tem destinado para os seus fins legalmente estabelecidos, mas sim retendo-os para, artificialmente, gerar um superávit primário”. É lamentável.
Afinal, até quando as coisas ligadas ao trânsito deste país serão colocadas em último plano, à margem da lei, notadamente pelo governo federal?"


Preciso comentar algo ainda???

segunda-feira, 19 de março de 2012

Novos radares em Belém

Quem avisa, amigo é...

Segue email recebido pelo meu amigo taxista Germano (nome artístico) sobre os novos radares em Belém. É importante frisar que é preciso uma lei que doa no bolso para que nós, motoristas, respeitemos os limites de velocidade.

Gostaria também de lembrar o modo de como nossos governantes priorizam leis que contribuem para aumento da arrecação, ao invés de criar dispositivos que diminuam seus gastos exorbitantes, seus salários e subsequentes aumentos estratosféricos totalmente fora da realidade dos brasileiros, 14º e 15º salário, auxílio gasolina, auxílio moradia, auxílio disso, auxílio daquilo. Enfim, para quê tantos auxílios para quem já ganha mais de R$ 25.000,00/mês? Resumindo, algum besta tem que pagar a conta da festa e essa besta somos nós brasileiros.

Novos radares estarão em funcionamento a partir de março e não terão indicação das existências dos radares já que tem uma resolução do Contran aprovada em dezembro de 2011 onde derruba a exigência de placas de alerta nas vias urbanas. As placas vão apenas sinalizar que existe um radar nas proximidades,mas não indicarão onde elas de fato estão.
Alguns locais onde serão colocados novos  radares:

  • Pedro Ávares Cabral / Artur Bernardes;
  • João Paulo II, próximo ao Batalhão Ambiental (dois sentidos);
  • Mundurucus / Alcindo Cacela;
  • Mundurucus / Padre Eutíquio;
  • Antônio Barreto / Alcindo Cacela;
  • Almirante Barroso, próximo ao Cesupa/Tuna;
  • Nazaré / Dr. Moraes;
  • José Malcher / Generalíssimo Deodoro;
  • Conselheiro Furtado / Presidente Pernambuco;
  • Augusto Montenegro, próximo à Estação Rádio da Marinha;
  • Antônio Everdosa / Mauriti;
  • Antônio Everdosa / Lomas Valentinas;
  • Almirante Barroso ; Júlio César;
  • Fernando Guilhon / Roberto Camelier;
  • José Bonifácio / Barão do Igarapé Miri (dois sentidos);
  • Senador Lemos / Alferes Costa;
  • Assis de Vasconcelos / Manoel Barata;
  • Augusto Montenegro / Rua 8 de maio (quem souber onde é, me diga!);
  • Magalhães Barata / José Bonifácio;
  • Antônio Baena / Duque de Caxias;
  • Alcindo Cacela / Padre Eutíquio.
Os radares funcionarão 24 horas para velocidade e até 22h30m (retornando às 6h) para sinalização vermelha, ou seja, não somos obrigados a ficar parados a mercê da bandidagem da madrugada.


Lembrando que essas informações não são oficiais e vieram de um amigo taxista que está ligado nas notícias desta natureza. Vamos aguardar no mínimo uma nota oficial da CTBel e torcer para que os radares se tornem arautos da boa e segura condução e não mais um modo de se obter dinheiro do contribuinte, como uma fábrica de multas em forma de armadilha.

Em homenagem aos radares desta postagem, esta semana estarei postando uma matéria sobre o destino do dinheiro das multas de trânsito.

Abraços.

Trânsito Caótico de Belém

Augusto "Mortenegra"

Queremos chamar a atenção das autoridades por conta de um problema antigo, mas que até hoje não foi resolvido... e nem sei por qual razão. É a precariedade e/ou a falta de sinalização da Rod. Augusto Montenegro (que liga Entroncamento à Icoaraci). Vulgo carinhosamente Augusto 'Mortenegra'.

Em toda a sua extensão não há mais (há muito tempo) faixas guias para os carros pintadas no chão, faixas de pedestres, placas de sinalização, meio-fio em vários pontos, faixas das ciclovias, etc.

As ciclovias com as barras de proteção nunca chegaram a ser concluídas.
Os motoristas não sabem em qual linha andar (que linha?), pois não tem mais demarcações.
Quem quase nunca anda por ali não sabe onde são os retornos corretos.
Em vários pontos, não há mais meio-fio e nem calçada (como na imagem abaixo).
Placas de sinalização já apagadas ou inexistentes.
Enfim... são tantas irregularidades que poderia escrever um livro aqui, mas acho que a maioria já sabe como é o inferno ali. E posso afirmar com toda propriedade que a maioria dos acidentes que ocorrem é por conta dessa falta de sinalização nesta via, onde impera a lei dos mais fortes ou mais "espertos".

Só queremos saber quando o poder público vai acabar com essa pouca vergonha. Esperar os índices de mortes crescerem mais um pouquinho? Esperar pela conclusão do BRT? Iiihhh... vai demoooraaar...
Beleza! Deixaram vias como a Duque e a Marquês um brinco. Mas uma das pricipais vias de ligação da cidade deixaram ao léu.
E a 1º de Dezembro não fica muito atrás da Augusto Montenegro em termos de condições de sinalização e segurança. Mas essa vamos dar ênfase mais pra frente.

Alô pessoal do Detran, CTBel, Prefeitura... Mexam-se!

@tonyferns13

sábado, 17 de março de 2012

Reclamação

Nem vou fazer muitos comentários, pois estas duas imagens, valem mais que milhões de palavras. Esta situação vergonhosa, é a que o povo do lamaçal Almir Gabriel, tem que conviver toda vez que chega o período das chuvas (não somente o povo do Almir Gabriel, mas também de alguns locais de Marituba). Não sei informar que horas que o caranguejo ônibus desatolou.

Local onde você poderá encontrar este mangue: Rodovia BR 316 com Avenida Dep. Batista

quinta-feira, 15 de março de 2012

Dedos médios em riste!


Após um fechamento e uma reclamação dedástica em cima da hora com o motora do Curuçambá aí da foto, houve trocas de dedos médios em riste, o famigerado cotoco, e o motora miolo de coacervado ficou louco e veio trancar o carro particular do meu amigo lá do outro lado do via, ou seja, já perto do canteiro central, bem longe da faixa de Gaza azul. O cara conseguiu, na marra, atravessar a engessada avenida e cotocar meu amigo Macaco Prego (nome fictício, acredite, em homenagem ao dedo dele apontado continuamente para o ônibus) onde menos se esperava, colocando, inclusive, os passageiros em perigo.

Agora ninguém mais pode passar para o lado de lá da bendita faixa que os pilotos de fórmula-bus ficam fulos da vida e trancam quem meter a cara por lá. Está cheio de gente reclamando disso nas ruas e ninguém faz nada! Só falta trocar o nome de Faixa Azul para Faixa de Gaza.

CTBel, por favor, faça uma campanha junto às empresas de ônibus para informar aos devidos cabeças de salmonelas que são ELES que não podem passar para cá. Mas EU posso passar para lá. É simples assim.

Aproveitando, gostaria de saber por onde anda a patrulha de vocês na Alm. Barroso que fica vigiando as criancinhas para não saírem do lado que devem rodar?

Desculpem a qualidade da foto tirada pelo amigo, mas o celular dele é só para falar e tentar tirar foto de cotoco de motorista de ônibus do Curuçambá, que, para felicidade do motora, não saiu. Alô Viação Forte!!!

Local do festival de cotocos: av. Almirante Barroso, em frente à Escola Pedro Amazonas Pedroso.

CTBel que nada: é questão de cultura, "minino"!!!

É, não tem jeito! Isso não pode ser mais questão de mal educação, é cultural mesmo. Temos que acionar a partir de sempre o Centur (Fundação Cultural Tancredo Neves) para essas questões de fechamento de cruzamentos. Definitivamente não é mais da CTBel. Todo mundo nesta cidade faz isso!

É, fiquei olhando o semáforo ficar verde e vermelho cinco vezes!!! E daí??? O que o motora do ônibus tem a ver com isso???

Comentário de última hora: eu falei cultura e não cu-torra, mas neste caso serve!!!

Local do passatempo forçado: Domingos Marreiros com Almirante Wandenkolk.

terça-feira, 6 de março de 2012

I'm drunk?

Nem tudo no trânsito de Belém é somente caótico, mas também cômico e não poderia faltar essa. Me expliquem o que o bonequinho do semáforo está fazendo aqui nesta imagem:
  1. Cochilando enquanto acaba o engarrafamento no enrolamento Entroncamento;
  2. Bêbado depois de voltar de um "showzaço" de tecnobrega;
  3. Foi atropelado por um motorista imprudente...
 Seré o forte vento que vem no sul??? Não, é a CTBel mesmo que prefere ficar com os benditos cardeninhos na mão.

Não sei dizer se é obra do chuvoso de Belém ou obra dos vândalos da cidade. Só sei que é uma comédia ver isso e mostrar que as coisas andam largadas... O bonequinho que o diga!

Agora é com vocês, faça seu comentário. Quero ver a criatividade dos leitores.

Local da palhaçada: Rodovia Augusto Mortenegra em frente ao conjunto Gleba III

Créditos da foto: Laís Paiva

segunda-feira, 5 de março de 2012

Dupla dinâmica Faixa Azul

Navegando pelos portais de notícias, acabei me deparando com uma imagem vinculada no DOL, e olha o flagra...


Dupla dinâmica da linha "Icoaraci" fora dos limites da Faixa Azul na Alm. Barroso... lá ao fundo.
Vou te contar, hein... É ralado!!

sábado, 3 de março de 2012

Sonho de um futuro (muito) distante...

Como seriam os cruzamentos de uma cidade com carros sem motoristas?


Cientista afirma que tráfego nesses locais seria comandado por sistemas de gerenciamento computadorizados.

Por Douglas Ciriaco em 2 de Março de 2012


Não é de hoje que se fala em tráfego de veículos sem motoristas, e o assunto é relativamente recorrente em conceitos e até mesmo no desenvolvimento de protótipos. Muita gente que trabalha com isso acredita piamente que este tipo de tecnologia não demora muito a figurar na vida real.
De acordo com o cientista da computação Peter Stone, da Universidade do Texas, a tecnologia já existe, o que nos leva substituir a pergunta “como isso vai acontecer?” por “quando isso vai acontecer?”. Em entrevista ao The Atlantic Cities, o professor faz ainda alguns questionamentos sobre a aceitação dessa nova tecnologia em meio à sociedade.
“Quando é que o setor jurídico vai pensar sobre isso, e a indústria de seguros, e quando as pessoas vão comprar isso? Eu não sei quando isso vai realmente acontecer. Mas as vantagens potenciais são enormes, e isso tem que, eventualmente, acontecer”, afirma Stone. Seja no auxílio de deficientes físicos ou de pessoas idosas que não podem dirigir, ou ainda para ajudar a pais que não tem tempo de levar seus filhos para a escola, as finalidades para carros sem motoristas são bem variadas.

Cruzamentos computadorizados

Mas, ao pensarmos nisso, outros problemas urbanos também são suscitados. O principal deles seria a pista sobre a qual esses veículos trafegariam. Stone afirma que os cruzamentos são os locais de maior interação entre os carros em via pública, ou seja, partindo dessa premissa, seria possível e necessário o desenvolvimento de novos tipos de vias para isso.
A sugestão do cientista é, então, a substituição do atual método de gerenciamento de fluxo de carros em um cruzamento, o semáforo, por algo automático. Como os cruzamentos atuais foram pensados para uso de mentes humanas, ou seja, fontes imprevisíveis, eles poderiam ser trocados por um método computadorizado de gerenciamento.
Isso seria possível porque os carros também seriam controlados por controle. Na prática, a mudança seria bem simples: nada de parar em uma interseção, pois o sistema que gerenciaria o cruzamento seria capaz de controlar a velocidade e o momento que cada carro passa pelo local, evitando acidentes e não retardardando a viagem.
Nas palavras de Stone: “Haveria um gerenciador de cruzamento, um agente autônomo direcionando o tráfego em uma escala mais exata, muito mais do que apenas uma luz vermelha para uma direção e uma luz verde para outra”. A ideia, demonstrada no vídeo abaixo, parece muito interessante em autoestradas ou vias de tráfego rápido, onde não há comércio ou residências nas laterais das pistas.
Se você já viu o filme “Minority Report - A Nova Lei ”, vai notar que o sistema de fluxo de veículos da demonstração é bem semelhante. Será que realmente em breve herdaremos, de fato, os avanços propostos pela ficção?




Matéria publicada originalmente no site TECMUNDO, do Baixaki.

sexta-feira, 2 de março de 2012

A Chachaçada Deve Continuar...

 STJ suspende sessão sobre provas de embriaguez no trânsito
 29 de fevereiro de 2012 • 16h32

Diogo Alcântara
Direto de Brasília

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu mais uma vez nesta quarta-feira a discussão de que o bafômetro ou o exame de sangue não sejam as únicas provas legítimas para constatação de embriaguez de motoristas. Pela legislação atual, a presença de 0,6 g/l de sangue comprova que o motorista está sob efeito de álcool e não deveria dirigir, estando sujeito a processo penal. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), testemunhas e exames clínicos seriam exemplos de provas poderiam confirmar que o motorista estaria bêbado ao volante.

O placar estava em três votos a um na Terceira Seção do STJ pelo mesmo entendimento do MPF, quando a ministra Laurita Vaz pediu mais tempo para apreciar a ação. Ainda faltam quatro votos para a conclusão do julgamento.

O julgamento se baseia em um caso específico de processo do Distrito Federal de abril de 2008, no qual um homem foi condenado após exames apontarem quatro de 11 itens em exame clínico. Como se trata de uma corte superior, a decisão do STJ poderá servir como precedente para julgamentos posteriores nas primeiras instâncias da Justiça.

O relator, ministro Marco Aurélio Bellizze, seguiu a interpretação do MPF no sentido de que bafômetro é instrumento legal para prova de embriaguez, mas não deve ser o único método para prova de que o motorista estava dirigindo alcoolizado. Ele citou exemplos de casos em que condutores com hálito de álcool ou falta de equilíbrio se negam a fazer o teste do bafômetro e deixam de ser processados.

"A prova de embriaguez ao volante deve ser feita preferencialmente por meio de exames técnicos, quer seja o etilômetro ou o exame de sangue, sendo, todavia, suprida por outros meios legais, como o exame clínico ou mesmo a prova testemunhal, notadamente quando o estado de embriaguez for tão evidente que não há dúvida de que a quantidade mínima de 6 decigramas de álcool por litro de sangue tenha sido ultrapassado", argumentou Bellizze.

Divergindo de Bellizze, o desembargador convocado Adilson Vieira Macabu usou como base para seu voto a legislação de trânsito vigente, que estabelece a consumação mínima e sua comprovação com base em exames técnicos e científicos para a comprovação do excesso de álcool no organismo do condutor.

Ele alegou ainda que não cabe ao Judiciário alterar termos da legislação vigente. "Juiz julga, não legisla", disse. "Não lhe cabe (ao juiz) usurpar a função de outro poder", argumentou. Há duas semanas, Macabu havia pedido vista do processo quando o placar estava em 2 a 0. Não há prazo para que o assunto volte à pauta da Terceira Seção do STJ.
Imagem "emprestada" do blog Isto Nãoé Legal? Só faltou uma garrafinha de cachaça na mão da Lady...

Comentário do Blog: Nem preciasava dizer, mas haja gente morrendo por causa de irresponsáveis no trânsito e o Judiciário enrolando um assunto tão sério...

Matéria enviada pela colaboradora Marilena Vasconcelos.