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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Era uma vez...

...uma cidade, muito engraçada: não tinha rua, não tinha nada!
Os governantes, não estavam aí: e os moradores penavam sim
Das vias caducas, ninguém reclama: porque o seu guarda te leva em cana
Passa a caneta e então te chama: me dá um aí, pra te livrar
Pois essa multa, vai te danar!!!

Nessa cidade ninguém respeita, os motoristas se engavetam!
Nem cruzamentos, nem rodovia, passam por todas, como jumentos...

Esse motora, muito engraçado: parece até, tá tomando um caldo!!!


Deixando minha alma de compositor mixuruca de lado, essa foto foi tirada hoje, por volta das 14:18, no bairro de São Braz, com o "belezinha" (como diz a minha avó) do motorista à volonté atravessado no cruzamento, como se não estivesse acontecendo nada. Quem sabe estava comendo uma unha da semana passada bastante oleosa lá do terminal...

Reclamação do dia: cadê a AMUB???? Sem guarda de trânsito em São Braz???? Depois reclamam das críticas...

Aplicativo Easy Taxi

EASY TAXI é um aplicativo gratuito de smartphone que conecta o passageiro ao táxi mais próximo, assim viabilizando uma corrida rápida, prática e segura com apenas 1 clique.

Você pode solicitar um táxi a partir de qualquer ponto da cidade, e ainda acompanhar enquanto o táxi não chega.

Fundada em Junho de 2011, a Easy Taxi é a pioneira no serviço de chamada de táxi na América Latina.

No longo prazo, o objetivo é diminuir em até 4x o custo do táxi para o passageiro, assim otimizando o tráfego nas cidades.

Segundo informações da empresa, o aplicativo já está operando em Belém.

Faça o download e saiba mais através do site: http://www.easytaxi.com.br

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Site fornece rota dos ônibus em Belém

Serviço mostra o roteiro de 80 linhas que operam na Região Metropolitana

28/07/2013 - 10:30 - Belém
 
 
Colaboração é a chave para o projeto Rota Urbana, que ajuda usuários de transporte coletivo a encontrarem o ônibus mais indicado para o trajeto que desejam. A informação vem por meio de um site que mostra mais de 80 linhas e seus respectivos percursos. A iniciativa foi desenvolvida por alunos dos cursos de Ciências da Computação e Sistemas de Informação da Universidade Federal do Pará (UFPA), pensando em suprir uma necessidade dos moradores da RegiãoMetropolitana de Belém que enfrentam diariamente o trânsito caótico da cidade. 

Qualquer pessoa pode acessar a página na internet e contribuir com informações sobre um novo roteiro, corrigir dados ou fazer sugestões, baseando-se em um conceito chamado crowdsourcing. O endereço do site é www.rotaurbana.net.br e um dos desenvolvedores, Adailton Lima, explica que a página está em fase beta, ou seja, sendo alterada frequentemente conforme as ferramentas são aprimoradas. “O projeto é fruto de um trabalho acadêmico feito por cinco alunos, que precisava atender uma demanda concreta da sociedade e o trânsito foi uma das principais questões apresentadas”, conta ele, que já é formado em Ciências da Computação e atualmente cursa doutorado na área. Ele e outros dois ex-alunos coordenam uma pequena empresa de base tecnológica e decidiram investir na tecnologia elaborada pelos estudantes. 

“Algumas empresas disponibilizam o itinerário da frota, mas em forma de lista com os nomes das ruas e não atualizam constantemente, um problema para uma cidade que sofre várias alterações no trânsito por causa de obras como o BRT”, afirma. Baseados nas informações fornecidas pelas empresas e, principalmente, pelos usuários do transporte coletivo, chegou-se ao formato atual do Rota Urbana. Ao acessar o site, o internauta se depara com um mapa e dois sinalizadores que podem ser arrastados para indicar os pontos desejados de saída e chegada. Após clicar em “Consultar Linhas de Ônibus” o sistema mostra as opções em um raio de 200, 300 ou 500 metros, a distância máxima apontada pelos entrevistados para se deslocar até um ponto  de ônibus.

Também é possível consultar uma linha específica pelo nome ou número e visualizar todo o trajeto que ela faz. “Eles fizeram pesquisa com usuários de ônibus para saber quais eram as maiores dúvidas e reclamações. A falta de um espaço que concentrasse informações foi uma das queixas”, completa. O projeto foi lançado oficialmente em maio e já registra 150 acessos diários. Adailton atribui a repercussão à ideia que atinge uma carência e à plataforma de fácil acesso. “A pessoa pode consultar antes de sair para pegar o ônibus ou mesmo pelo telefone celular que tenha internet, mas o próximo passo é desenvolver um aplicativo para smartphones que facilite a consulta”, adianta.

O planejamento do projeto inclui uma série de ações, como a apresentação de outros tipos de rotas. Passeios de bicicleta, patins e roteiros turísticos poderão ser incluídos futuramente. “Dentro de duas semanas, no máximo, os usuários poderão ver a localização das paradas de ônibus, para saberem exatamente onde subir e descer do coletivo”, garante. Por enquanto, o projeto não gera renda, mas Adailton mencionou a ideia de negociar funcionalidades como anúncios de cooperativas de táxis como um meio de garantir as despesas, mas sem influenciar no resultado final gratuito para o usuário.

A universitária Thalita Oliveira, 21, vê muitas vantagens no Rota Urbana porque precisa usar transporte coletivo diariamente e tem bastante dificuldade em memorizar os percursos. “Achei a iniciativa maravilhosa, porque quando tenho dúvidas sobre o caminho que o ônibus vai fazer preciso ligar para conhecidos ou perguntar para as pessoas”, confessa. O aplicativo para celular seria uma solução ainda mais prática para quem já está na rua e precisa esclarecer uma dúvida, acrescenta ela. “Já tive conhecimento de um site com a descrição das rotas, mas foi atualizado pela última vez há quatro anos e ter essas informações recentes, concentradas em um só lugar, ajuda muito”, frisa. 

Adailton ressalta que o projeto não é novidade para muitas cidades brasileiras, como Porto Alegre (RS) e Rio de Janeiro (RJ). “Aqui em Belém, as deficiências no trânsito são muitas e podemos adaptar para a nossa realidade, ampliando o alcance para outras cidades do estado, para públicos diferentes e para portadores de necessidades especiais”, comenta. A acessibilidade também é pensada no projeto e, segundo ele, há estudos sendo feitos para que um deficiente visual possa usar o aplicativo  site possui versão em inglês e uma página destinada ao “feedback” dos usuários, onde podem ser publicadas sugestões e opiniões. 

Fonte: O Liberal
Foto: Elivaldo Pamplona (O Liberal)